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Aprender inglês com Copilot funciona? Sim, funciona como apoio para praticar vocabulário, frases, leitura, escrita, revisão de erros e simulações de conversa. Mas ele não substitui completamente um curso estruturado, nem corrige todas as nuances de pronúncia, fluência oral e evolução pedagógica. O Copilot é uma IA conversacional da Microsoft, criada para responder perguntas, auxiliar na escrita, gerar ideias, revisar textos e ajudar em tarefas do dia a dia, inclusive dentro do ecossistema Microsoft 365 em alguns contextos.

Na prática, o Copilot pode ser um bom parceiro de estudo quando o aluno sabe pedir explicações, exemplos, correções e exercícios. O problema aparece quando a pessoa usa a IA de forma solta, sem método, sem revisão humana e sem uma rotina clara. Neste artigo, vamos entender onde o Copilot ajuda, onde ele limita o aprendizado, como criar prompts melhores, quais habilidades treinar e como combinar inteligência artificial com estudo real de inglês.

O que é o Copilot e como ele pode ajudar no inglês?

O Copilot é um assistente de IA que responde comandos em linguagem natural. Isso significa que você pode conversar com ele como se estivesse pedindo ajuda a uma pessoa: “explique esse phrasal verb”, “corrija meu texto”, “crie frases com present perfect”, “simule uma entrevista em inglês” ou “me dê exemplos com tradução”.

Para estudar inglês, isso é útil porque o aluno consegue transformar dúvidas pequenas em microaulas. Em vez de apenas pesquisar uma regra gramatical e encontrar uma explicação genérica, dá para pedir exemplos no seu nível, pedir comparação com o português, solicitar exercícios e pedir correção das suas respostas.

O grande ganho está na personalização. Um estudante iniciante pode pedir frases simples. Um aluno intermediário pode pedir correções mais detalhadas. Um aluno avançado pode pedir naturalidade, tom, formalidade e alternativas mais nativas. Isso torna o estudo mais flexível.

Mas tem um detalhe importante: a IA responde bem quando o comando é bem feito. Se o prompt for vago, a resposta também pode ficar vaga. Por isso, estudar inglês com Copilot exige um pouco de direção. Ele não “adivinha” seu plano de estudos, seu nível real ou suas dificuldades específicas se você não informar.

Exemplos de frases em inglês:

  1. I use Copilot to practice English every morning.
    Eu uso o Copilot para praticar inglês todas as manhãs.
  2. Copilot can explain grammar rules with simple examples.


    O Copilot pode explicar regras gramaticais com exemplos simples.

  3. I asked Copilot to correct my English paragraph.
    Eu pedi ao Copilot para corrigir meu parágrafo em inglês.
  4. Copilot helps me create sentences with new vocabulary.
    O Copilot me ajuda a criar frases com vocabulário novo.

Aprender inglês com Copilot funciona para iniciantes?

Para iniciantes, funciona principalmente como ferramenta de apoio. Ele pode explicar palavras básicas, montar frases simples, traduzir exemplos, sugerir diálogos curtos e criar exercícios de fixação. Isso ajuda bastante quem ainda está se familiarizando com estruturas como verbo to be, pronomes, perguntas simples, números, cores, objetos, rotina e apresentações pessoais.

O ponto positivo é que o aluno pode perguntar sem medo. Muitas pessoas travam porque acham que a dúvida é “boba”. Com uma IA, o iniciante pode repetir, pedir uma explicação mais simples, solicitar exemplos infantis, pedir tradução palavra por palavra e voltar ao mesmo assunto quantas vezes quiser.

Por exemplo, se a dúvida for “qual a diferença entre I am, you are e he is?”, o Copilot pode explicar com frases simples e depois criar exercícios. Se o aluno errar, pode pedir correção. Isso gera uma dinâmica ativa, que é bem melhor do que apenas ler uma regra.

O problema é que o iniciante ainda não tem repertório suficiente para avaliar se todas as respostas estão adequadas. Ele pode aceitar uma explicação incompleta como se fosse definitiva. Por isso, o ideal é usar o Copilot junto com conteúdos confiáveis, aulas, materiais organizados e prática com correção.

Também vale usar materiais complementares, como listas de livros em inglês para iniciantes, porque o contato com textos simples ajuda o cérebro a reconhecer padrões reais da língua.

Exemplos de frases em inglês:

  1. I am a beginner, so I need simple explanations.
    Eu sou iniciante, então preciso de explicações simples.
  2. Can you teach me basic English phrases?
    Você pode me ensinar frases básicas em inglês?
  3. This sentence is easy to understand.
    Esta frase é fácil de entender.
  4. I want to learn English step by step.
    Eu quero aprender inglês passo a passo.

Como usar o Copilot para estudar vocabulário em inglês?

Vocabulário é uma das melhores áreas para usar o Copilot. Você pode pedir listas por tema, exemplos em frases, diferenças entre palavras parecidas, sinônimos, antônimos e expressões comuns do dia a dia. Isso é muito mais útil do que decorar palavras isoladas.

Em vez de pedir “me dê 20 palavras em inglês”, o ideal é pedir algo mais contextual, como: “me ensine 15 palavras em inglês sobre rotina de trabalho, com uma frase curta, tradução e uma dica de uso”. Assim, o vocabulário aparece dentro de uma situação real.

Também dá para pedir agrupamentos por contexto. Por exemplo: inglês para viagem, inglês para reunião, inglês para restaurante, inglês para academia, inglês para entrevista de emprego ou inglês para mensagens no WhatsApp. Quanto mais específico for o pedido, mais prático fica o estudo.

Outro uso interessante é pedir ao Copilot para criar pequenos textos com as palavras novas. Isso ajuda o aluno a ver como o vocabulário funciona em sequência, e não apenas em uma lista. Depois, você pode pedir perguntas de interpretação, exercícios de completar lacunas ou uma revisão das palavras mais importantes.

O segredo é sempre transformar vocabulário em uso. Palavra solta some rápido da memória. Palavra dentro de frase, diálogo e contexto tem muito mais chance de ficar.

Exemplos de frases em inglês:

  1. I learned five new words today.
    Eu aprendi cinco palavras novas hoje.
  2. This word is common in everyday English.
    Esta palavra é comum no inglês do dia a dia.
  3. Can you give me an example with this word?
    Você pode me dar um exemplo com esta palavra?
  4. I need vocabulary for a job interview.
    Eu preciso de vocabulário para uma entrevista de emprego.

O Copilot ajuda a melhorar a gramática em inglês?

Sim, o Copilot pode ajudar bastante na gramática, principalmente quando o aluno pede explicações com exemplos e comparações. Ele pode explicar tempos verbais, ordem das palavras, perguntas, negativas, preposições, artigos, pronomes, adjetivos e estruturas comuns.

A parte mais útil é a correção comentada. Você pode escrever uma frase em inglês e pedir: “corrija, explique o erro e me mostre uma versão mais natural”. Isso ajuda a entender não só o que estava errado, mas por que estava errado. Esse “porquê” é essencial para evoluir.

Por exemplo, muitos brasileiros escrevem frases seguindo a lógica do português. A IA pode mostrar que, em inglês, a ordem das palavras costuma ser diferente. Também pode explicar quando uma tradução literal soa estranha e sugerir uma alternativa mais comum.

Mas a gramática não deve virar um monte de regra solta. O ideal é estudar gramática aplicada. Isso significa ver a regra dentro de frases reais, diálogos, perguntas e respostas. Se o aluno estuda o present perfect, por exemplo, precisa entender quando usar, como formar frases e em quais contextos ele aparece.

Um bom caminho é alternar três momentos: explicação, exemplo e prática. Primeiro, peça a explicação. Depois, peça exemplos. Por fim, responda exercícios e peça correção.

Exemplos de frases em inglês:

  1. I have studied English for two years.
    Eu estudo inglês há dois anos.
  2. She doesn’t speak English at work.
    Ela não fala inglês no trabalho.
  3. Do you understand this grammar rule?
    Você entende esta regra gramatical?
  4. I made a mistake in this sentence.
    Eu cometi um erro nesta frase.

Dá para praticar conversação com o Copilot?

Dá para praticar conversação escrita e, dependendo do recurso disponível no aplicativo ou dispositivo, interações por voz podem ajudar na prática oral. A Microsoft informa que o app Microsoft 365 Copilot pode incluir interação por voz em determinados contextos, mas recursos podem variar conforme conta, dispositivo, licença e disponibilidade.

Mesmo quando o treino é por texto, ele ainda ajuda muito. Você pode pedir ao Copilot para simular uma conversa em inglês em diferentes situações. Por exemplo: pedir comida, fazer check-in no hotel, conversar com um colega de trabalho, participar de uma entrevista, marcar uma consulta ou apresentar uma ideia.

A vantagem da simulação é que o aluno precisa responder. Isso tira o estudo da passividade. Em vez de só ler sobre inglês, você começa a produzir inglês. E produção é essencial para ganhar confiança.

Um prompt simples seria: “simule uma conversa comigo em inglês sobre viagem. Use frases de nível A2. Corrija meus erros ao final de cada resposta”. Com isso, você cria um ambiente de treino controlado, onde pode errar e ajustar.

Ainda assim, existe um limite importante: conversar com IA não é igual a conversar com uma pessoa real. Pessoas interrompem, mudam de assunto, usam gírias, têm sotaques, falam rápido, hesitam e reagem emocionalmente. Então, a IA ajuda a preparar, mas não substitui completamente a interação humana.

Exemplos de frases em inglês:

  1. Can we practice a conversation in English?
    Podemos praticar uma conversa em inglês?
  2. I would like to order a coffee, please.
    Eu gostaria de pedir um café, por favor.
  3. Could you repeat that more slowly?
    Você poderia repetir isso mais devagar?
  4. I’m trying to improve my speaking skills.
    Estou tentando melhorar minhas habilidades de fala.

O Copilot corrige textos em inglês com qualidade?

O Copilot pode corrigir textos em inglês com boa utilidade, especialmente em erros gramaticais, escolha de palavras, clareza e estrutura. Ele pode revisar e-mails, pequenos parágrafos, respostas de exercícios, mensagens profissionais e textos acadêmicos simples.

O melhor jeito de usar essa função é pedir três camadas de correção: correção gramatical, explicação dos erros e versão mais natural. Assim, você não recebe apenas um texto pronto, mas entende o que precisa melhorar.

Por exemplo, se você escrever “I have 20 years old”, o Copilot pode corrigir para “I am 20 years old” e explicar que, em inglês, idade é expressa com o verbo “to be”, não com “have”. Esse tipo de ajuste evita que o aluno continue repetindo interferências do português.

Também dá para pedir níveis diferentes de formalidade. Uma frase pode ser natural para amigos, mas inadequada para um e-mail profissional. O Copilot pode sugerir uma versão casual, uma versão neutra e uma versão formal.

No entanto, é importante não terceirizar tudo. Se a IA sempre reescreve o texto por você, pode acontecer uma falsa sensação de evolução. O ideal é primeiro escrever sozinho, depois pedir correção e, por fim, reescrever o texto com base no feedback.

Para ampliar esse treino, também vale estudar estruturas prontas e exemplos em conteúdos de frases em inglês, porque elas ajudam a criar repertório para escrever com mais naturalidade.

Exemplos de frases em inglês:

  1. Please correct my text and explain my mistakes.
    Por favor, corrija meu texto e explique meus erros.
  2. This sentence sounds more natural now.
    Esta frase soa mais natural agora.
  3. I wrote a short paragraph in English.
    Eu escrevi um parágrafo curto em inglês.
  4. Can you make this email more polite?
    Você pode deixar este e-mail mais educado?

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Quais prompts usar para aprender inglês com Copilot?

Prompts são comandos. Quanto melhor o comando, melhor tende a ser a resposta. Para aprender inglês, o prompt precisa informar objetivo, nível, formato e tipo de correção desejada.

Um prompt fraco seria: “me ensine inglês”. Isso é amplo demais. Um prompt melhor seria: “sou iniciante, quero aprender frases para pedir comida em inglês. Crie 10 frases com tradução, explique as palavras principais e faça 5 perguntas para eu responder”.

Percebe a diferença? O segundo prompt dá contexto. Ele mostra o nível, o tema, o formato e o tipo de atividade. Isso torna a resposta mais útil.

Aqui estão alguns modelos de prompts que funcionam bem:

  1. “Explique a diferença entre [palavra A] e [palavra B] em inglês, com 5 exemplos traduzidos.”
  2. “Corrija meu texto em inglês, explique cada erro e depois crie uma versão mais natural.”
  3. “Simule uma conversa comigo em inglês sobre [tema]. Use nível intermediário e corrija minhas respostas.”
  4. “Crie um exercício de completar lacunas sobre [tema gramatical], com gabarito no final.”
  5. “Me ensine 10 expressões comuns sobre [situação], com tradução e contexto de uso.”

Também é interessante pedir para a IA agir como avaliadora. Por exemplo: “analise meu texto como se eu estivesse no nível B1 e me diga o que falta para chegar ao B2”. Isso cria uma noção de progresso.

Exemplos de frases em inglês:

  1. Create ten examples with this grammar topic.
    Crie dez exemplos com este tópico gramatical.
  2. Correct my answer and give me feedback.
    Corrija minha resposta e me dê feedback.
  3. Ask me questions in English about my routine.
    Faça perguntas em inglês sobre minha rotina.
  4. Explain this expression like I’m a beginner.
    Explique esta expressão como se eu fosse iniciante.

Quais são os limites de estudar inglês com Copilot?

O principal limite é que o Copilot não substitui uma jornada pedagógica completa. Ele pode explicar, corrigir, sugerir e simular, mas não garante sozinho uma progressão organizada entre níveis. Sem método, o aluno pode estudar um pouco de tudo e, no fim, não consolidar quase nada.

Outro limite está na pronúncia. A IA pode explicar sons, sugerir treino e até ajudar com recursos de voz quando disponíveis, mas a pronúncia exige escuta, repetição, comparação, feedback e percepção auditiva. Sons como “th”, “r”, vogais curtas e longas, ritmo e entonação não se resolvem apenas com explicação escrita.

Além disso, a IA pode errar, simplificar demais ou deixar passar nuances. Em inglês, nem tudo é apenas “certo” ou “errado”. Às vezes, uma frase é gramaticalmente possível, mas pouco natural. Às vezes, uma expressão funciona nos Estados Unidos, mas soa diferente no Reino Unido. Às vezes, uma resposta formal demais não combina com uma conversa casual.

Por isso, o Copilot deve ser visto como ferramenta, não como professor único. Ele acelera dúvidas, cria prática e ajuda na revisão, mas o aluno ainda precisa de escuta real, leitura real, fala real e acompanhamento quando possível.

Se a dificuldade principal for fala, vale estudar também os erros de pronúncia que os brasileiros mais cometem em inglês, porque muitos problemas vêm da tentativa de pronunciar o inglês com padrões do português.

Exemplos de frases em inglês:

  1. AI can help, but I still need real practice.
    A IA pode ajudar, mas eu ainda preciso de prática real.
  2. Pronunciation is difficult for many Brazilian students.
    A pronúncia é difícil para muitos estudantes brasileiros.
  3. This phrase is correct, but it doesn’t sound natural.
    Esta frase está correta, mas não soa natural.
  4. I need feedback from a real teacher too.
    Eu também preciso de feedback de um professor real.

Como montar uma rotina de estudos com Copilot?

Uma boa rotina precisa equilibrar entrada e saída. Entrada é quando você consome inglês: leitura, escuta, vocabulário e explicações. Saída é quando você produz inglês: fala, escrita, respostas, diálogos e exercícios. O Copilot pode ajudar nas duas partes.

Para uma rotina simples, você pode estudar de 30 a 45 minutos por dia. O mais importante não é estudar muitas horas uma vez por semana, mas manter contato frequente com o idioma. Inglês melhora com repetição, revisão e uso.

Um modelo prático seria:

  1. Cinco minutos para revisar palavras antigas.
  2. Dez minutos para aprender um novo tópico.
  3. Dez minutos para criar frases com esse tópico.
  4. Dez minutos para fazer exercícios.
  5. Cinco minutos para pedir correção e anotar erros.

Vamos imaginar que o tema do dia seja “simple past”. Primeiro, você pede uma explicação simples. Depois, pede 10 exemplos. Em seguida, escreve 5 frases sobre o seu fim de semana. Por fim, pede ao Copilot para corrigir e explicar os erros.

Esse ciclo é muito mais eficiente do que apenas pedir conteúdo e ler passivamente. O aluno precisa usar o inglês. A IA entra como suporte, mas quem aprende é quem pratica.

Exemplos de frases em inglês:

  1. I studied English for thirty minutes today.
    Eu estudei inglês por trinta minutos hoje.
  2. I reviewed yesterday’s vocabulary.
    Eu revisei o vocabulário de ontem.
  3. I practiced writing sentences in English.
    Eu pratiquei escrever frases em inglês.
  4. I corrected my mistakes after the exercise.
    Eu corrigi meus erros depois do exercício.

Copilot ou curso de inglês: qual vale mais a pena?

Depende do objetivo. Se a pessoa quer tirar dúvidas, praticar frases, revisar textos e estudar de forma complementar, o Copilot vale muito a pena. Ele é rápido, flexível e consegue gerar exemplos sob demanda.

Mas se o objetivo é evoluir com consistência, sair do básico, falar melhor, corrigir vícios, organizar estudos e ter uma trilha clara, um curso de inglês ainda tem vantagens importantes. Um curso bem estruturado oferece sequência pedagógica, progressão de dificuldade, método, prática direcionada, avaliação e acompanhamento.

A comparação mais justa não é “IA contra curso”. O melhor cenário é “IA junto com curso”. O Copilot pode acelerar dúvidas entre uma aula e outra, ajudar na revisão, criar exercícios extras e permitir prática diária. Já o curso dá direção, curadoria e correção mais segura.

Também é importante considerar investimento. Existem cursos gratuitos, pagos, presenciais e online. Para quem está analisando opções, entender quanto custa um curso de inglês ajuda a comparar valor, suporte, metodologia e profundidade.

Em resumo, o Copilot é excelente para estudo autônomo, mas não deve ser o único pilar se o aluno precisa de fluência real, principalmente na fala. Ele é uma ferramenta poderosa, mas ferramenta sem plano vira tentativa solta.

Exemplos de frases em inglês:

  1. I use Copilot between my English classes.
    Eu uso o Copilot entre minhas aulas de inglês.
  2. A course gives me structure and feedback.
    Um curso me dá estrutura e feedback.
  3. AI helps me practice more often.
    A IA me ajuda a praticar com mais frequência.
  4. I want to combine technology and real classes.
    Eu quero combinar tecnologia e aulas reais.

Quais habilidades de inglês treinar com Copilot?

Você pode treinar várias habilidades, mas algumas funcionam melhor do que outras. Escrita, leitura, vocabulário e gramática costumam ser as áreas mais fortes. Conversação também pode ser treinada, especialmente por simulação, mas precisa ser complementada com fala real.

Na leitura, peça textos por nível. Por exemplo: “crie um texto em inglês nível A2 sobre viagens, com tradução e perguntas de interpretação”. Isso ajuda a treinar compreensão sem depender de textos difíceis demais.

Na escrita, peça temas curtos. Escreva um parágrafo e solicite correção. Depois, peça para a IA transformar seu texto em uma versão mais natural. Compare as duas versões e observe o que mudou.

Na gramática, fuja da decoreba. Peça exemplos e exercícios. Uma boa frase de comando é: “me ensine essa regra com exemplos reais e depois me teste”.

Na conversação, use diálogos. Peça ao Copilot para fazer o papel de atendente, professor, entrevistador, turista, colega de trabalho ou amigo. Responda em inglês e peça feedback.

Exemplos de frases em inglês:

  1. I want to improve my reading skills.
    Eu quero melhorar minhas habilidades de leitura.
  2. Writing in English helps me think in English.
    Escrever em inglês me ajuda a pensar em inglês.
  3. I need more listening practice.
    Eu preciso de mais prática de escuta.
  4. Speaking every day makes me more confident.
    Falar todos os dias me deixa mais confiante.

Como evitar erros comuns ao usar IA para estudar inglês?

O primeiro erro é confiar cegamente. A IA ajuda, mas o aluno precisa desenvolver senso crítico. Quando algo parecer estranho, peça outra explicação, compare com exemplos reais e valide com materiais confiáveis.

O segundo erro é pedir tradução o tempo todo. Traduzir ajuda no começo, mas pode prender o aluno na lógica do português. Aos poucos, vale pedir explicações em inglês simples, exemplos sem tradução imediata e perguntas de interpretação.

O terceiro erro é estudar sem revisão. O aluno aprende 20 palavras hoje, mais 20 amanhã, mais 20 depois, mas não revisa. Resultado: esquece quase tudo. O Copilot pode criar revisões espaçadas, quizzes e exercícios com palavras antigas.

O quarto erro é não produzir. Muita gente passa horas lendo explicações e sente que estudou bastante. Mas, se não escreveu, não falou, não respondeu e não errou, o aprendizado fica incompleto.

O quinto erro é usar prompts vagos. Quanto mais específico o pedido, melhor a resposta. Informe seu nível, objetivo, tema, formato e tipo de correção desejada.

Exemplos de frases em inglês:

  1. I don’t want to translate everything into Portuguese.
    Eu não quero traduzir tudo para o português.
  2. Can you test me on yesterday’s vocabulary?
    Você pode me testar no vocabulário de ontem?
  3. I need to practice, not just read explanations.
    Eu preciso praticar, não apenas ler explicações.
  4. Please give me feedback on my answer.
    Por favor, me dê feedback sobre minha resposta.

Perguntas frequentes

1. Aprender inglês com Copilot funciona mesmo?

Funciona como apoio de estudo. O Copilot pode explicar regras, corrigir textos, criar exemplos, montar exercícios e simular conversas. Mas ele funciona melhor quando o aluno tem rotina, objetivos claros e combina a IA com prática real.

2. O Copilot substitui um professor de inglês?

Não substitui completamente. Ele ajuda muito em dúvidas e prática, mas um professor consegue identificar dificuldades recorrentes, corrigir pronúncia com mais precisão, organizar progressão e adaptar a aula ao comportamento do aluno.

3. Dá para aprender inglês do zero com Copilot?

Dá para começar do zero com o Copilot, mas não é o caminho mais seguro se ele for a única fonte. Iniciantes precisam de sequência, revisão, prática guiada e correção confiável. A IA pode ser uma ótima parceira, mas não deve ser o único método.

4. O Copilot é bom para treinar pronúncia?

Ele pode ajudar com explicações, exemplos e, em alguns contextos, recursos de voz. Mesmo assim, pronúncia exige escuta ativa, repetição, comparação sonora e feedback. Por isso, o treino oral precisa ir além da explicação escrita.

5. Qual é o melhor jeito de estudar inglês com Copilot?

O melhor jeito é usar prompts específicos. Informe seu nível, diga o tema, peça exemplos, faça exercícios e solicite correção explicada. Também é importante revisar conteúdos antigos e produzir frases próprias.

6. Posso usar o Copilot para corrigir redações em inglês?

Sim. Você pode pedir correção gramatical, explicação dos erros, versão mais natural e sugestões de vocabulário. Só não vale copiar a versão corrigida sem entender o que mudou.

7. O Copilot ajuda mais em qual habilidade?

Ele costuma ajudar muito em escrita, vocabulário, gramática e leitura. Também ajuda em conversação simulada, mas a fala real precisa de prática com áudio, pessoas, professores ou ambientes interativos.

8. É melhor usar Copilot ou fazer curso?

O melhor é combinar os dois. O Copilot ajuda na prática diária e nas dúvidas rápidas. O curso oferece método, sequência, acompanhamento e correção mais direcionada.

Conclusão

Estudar inglês com Copilot pode funcionar muito bem quando a IA é usada com método. Ela ajuda a criar exemplos, revisar textos, explicar gramática, montar exercícios, simular conversas e expandir vocabulário. Para quem quer praticar todos os dias, é uma ferramenta bastante útil.

Mas ela não resolve tudo sozinha. Fluência exige consistência, escuta, fala, revisão, contato com conteúdos reais e feedback de qualidade. O Copilot entra como apoio inteligente, não como solução mágica. Quando o aluno combina IA, rotina e orientação, o aprendizado fica mais forte, mais prático e mais constante.

A melhor forma de usar essa tecnologia é simples: pergunte melhor, pratique mais, peça correção, revise seus erros e transforme cada resposta em ação. Assim, a IA deixa de ser apenas um chatbot e passa a ser uma aliada real no caminho para aprender inglês.

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