Já parou pra pensar que algumas palavras coreanas têm origem no idioma português? Sim, você não leu errado! Neste artigo, vamos mergulhar em palavras coreanas como “Ṕaň,” “Shurhasūkho,” “Phêidjôada,” e outras que têm raízes surpreendentemente portuguesas.

Como o Português Influenciou o Coreano?

A influência do português no idioma coreano é um fenômeno que remonta a séculos atrás. Vamos entender como isso aconteceu:

  • Comércio e Navegação: Os portugueses estabeleceram relações comerciais com a Ásia, incluindo a Coreia.
  • Missionários: A presença de missionários portugueses na Coreia também ajudou a disseminar a língua.
  • Intercâmbio Cultural: Embora a Coreia nunca tenha sido uma colônia portuguesa, o intercâmbio cultural permitiu que algumas palavras portuguesas fossem incorporadas ao coreano.

Quais São as Palavras Coreanas de Origem Portuguesa?

Agora, vamos ao que interessa! Aqui estão algumas palavras coreanas com raízes portuguesas:

  1. Ṕaň: Significa pão em português.
  2. Shurhasūkho: Na verdade, refere-se a churrasco.
  3. Phêidjôada: Sim, é a nossa feijoada!
  4. Ḱaiṕirinya: Caipirinha, a bebida brasileira.
  5. Djamôň: Contrariando as expectativas, refere-se a toranja.

Perguntas Frequentes

  1. As palavras coreanas de origem portuguesa são comuns na Coreia? Depende da palavra, mas em geral, elas têm uma presença significativa.
  2. Como essas palavras foram adaptadas ao coreano? Normalmente, elas são adaptadas foneticamente para se ajustar à estrutura linguística do coreano.

Conclusão

A influência do português no coreano vai além do que muitos poderiam imaginar. De termos gastronômicos a expressões culturais, o idioma português deixou sua marca de formas inusitadas. Por exemplo, “Bôsanôba” é a nossa conhecida bossa nova e “Saphô” é uma gíria para um tipo de drible no futebol, conhecido como “chapéuzinho”. Então, da próxima vez que você ouvir essas palavras em um contexto coreano, vai saber exatamente de onde elas vêm!

Espero que este artigo tenha sido uma jornada de descobertas para você. Até a próxima, galera!

Professor

Rhavi Carneiro